O Calvário sempre foi parte do plano de Deus

“É o que Deus tin­ha em mente o tem­po todo.” Isa 53:10 TM

O Salmista escreveu: “Meu Deus, por que me aban­donaste … Eu sou … um opróbrio dos home­ns, e despreza­do … Todos os que Me vêem ridic­u­lar­izam-Me … dizen­do ‘Ele con­fiou no Sen­hor … deixe Ele livrá-Lo’ … Eu sou der­ra­ma­do como água … os Meus ossos estão fora das jun­tas … a Min­ha lín­gua se ape­ga à Min­ha mandíbu­la … Eles per­furaram as Min­has mãos e … pés … e pelo Meu ves­tuário lançaram sorte.” (Salmo 22: 1–18 NKJV).

Pense nis­so: David pode­ria estar descreven­do a cru­ci­fi­cação de Jesus em detal­h­es. No entan­to, quan­do escreveu essas palavras, a cru­ci­fi­cação não havia sido intro­duzi­da como uma for­ma de exe­cução. Isso foi ini­ci­a­do sécu­los mais tarde pelos fení­cios, e muito tem­po depois foi ado­ta­do pelo Império Romano.

Dr. Charles Augus­tus Brig­gs diz: “Você pode tomar este salmo … colocá-lo lado a lado com os relatos da cru­ci­fi­cação no Novo Tes­ta­men­to … e ver como eles se encaix­am per­feita­mente. É sur­preen­dente que alguém pudesse descr­ev­er algo tão inti­ma­mente e intrin­ca­do mil anos antes que acon­te­cesse.” O Calvário não foi uma obra do aca­so. Muito antes de Jesus entrar em cena, Deus tin­ha um plano para que nos rec­on­cil­iásse­mos com Ele próprio através de Cristo (Ver 2 Co 5:18 NIV).

O his­to­ri­ador Paul L. Maier diz: “No capí­tu­lo 53 de Isaías, temos quase um comen­tário atu­al sobre o que acon­te­ceu na Sex­ta-Feira San­ta … Seria matem­ati­ca­mente impos­sív­el para qual­quer out­ra pes­soa cumprir todos ess­es parâmet­ros da pro­fe­cia do Vel­ho Tes­ta­men­to mel­hor do que Jesus.”

Con­clusão: “É o que Deus tin­ha em mente o tem­po todo … para dar-se como uma ofer­ta para o peca­do.” Isso sig­nifi­ca que muito antes de haver uma Pás­coa, Deus esta­va pen­san­do em você!

Fonte: The Word for You Today — Super­Chan­nel, Orlan­do, FL, EUA. pub­lished on Apr 14’17 – Kennedy D James and Jer­ry New­combe. Cross Pur­pos­es (Port­land, Ore.: Mult­nom­ah, 2007), pp. 42–50